Vivam

Poema, leitura e música: Murilo Guimarães

O Rio Doce foi morto, em 2015, pela irresponsabilidade de uma empresa mineradora e pelo conluio dos governos, que fechavam os olhos à ganância de uns poucos, em nome de um qualquer desenvolvimento econômico.

Esta tragédia fez soar o alarme para o perigo que representa ao ambiente uma exploração capitalista sem freios. Deixar a gestão dos recursos públicos e ambientais nas mãos das empresas é sucumbir o bem comum à persecução do lucro privado a qualquer preço. É, principalmente, pôr em risco “a vida inteira”.

Foi a tristeza de ver uma lama tóxica substituir o rio Doce que me levou a escrever este poema. Nele, eu louvo os rios da minha infância, na Bahia. A partir desta memória, contemplando o Rio Tejo, que hoje é meu vizinho e amigo, eu rogo para que nenhum outro rio seja assassinado pelo que há de pior nesta humanidade manchada pela cobiça.

🎶

Curta, comente e compartilhe o vídeo e se inscreva no canal do meu projeto de poemas dançantes, RG:Murilo.

Compre as minhas músicas no rgmurilo.bandcamp.com e ajude a financiar o meu trabalho.

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