Queria ser Bonobo

Ocupe um sindicato e associe-se, se você é trabalhador ou trabalhadora. Se ligue!!

“Empreendeder” negócios ‘em parceria’ com bancos deixa ninguém mais autônomo. Experimente falir em Portugal ou Espanha na próxima semana. Experimente falir nos Estados Unidos! O empreendedor é o trabalhador precário por natureza. Trabalha por comissão, entende? Das duas, uma: você é assalariado, ou trabalha por sua comissão, a qual vocêo seu ‘lucro’. Você é, por excelência trabalha para outrem. O que você chama de mérito, aquele seu ‘conhecido ricaço’, ou aquela mais rica ainda estão usando como pasta de dente. Meritocracia, meu cu.

(Escandalizou-se como meu cu? Recue, comece a leitura outra vez, ou chore. Fique à vontade.)

O direito fundamental de estar junto a seus pares, de lutar por garantias e direitos progressivamente semelhantes é o que você tem de mais valioso: Isto consiste no tal direito à liberdade, ‘concedida’ pelo sistema Capitalista, inexoravelmente desigual. No ‘socialismo’, por sua vez, a mais amada utopia, a mais forte é bela sensação é, justamente, a liberdade. O ‘capitalismo’, para ‘legitimar’ o direito individual de exploração de outro ‘civil’, o direito a ser desigual, muitas possibilidades jurídicas compensatórias foram ‘criadas’, em benefício dos ‘mais fracos’. Dentre estas, o sindicato, como ‘organismo’ concebido pelo “poder constituinte”, surge como alternativa de regulação dos interesses e dos atos envolvidos na ‘relação’ de ‘determinado’ patrão com ‘seus’ empregados.

Nossos primos de espécie resolveram cada um à sua maneira o ‘problema’ do “prestígio”. Os símios Bonobos resolveram isto com a sexualidade. Amando-se sem limites, dão se bem, vivem muito, sem estresse. Estão sempre fundos mesmo envolvidos uns nos outros. Amam. Nós, não: fomos construir ‘nossos’ ‘consolos’, artefatos sexuais produzidos há mais de dez mil anos. Atualmente, acreditamos que nos tornamos mais racionais sem orgasmos ‘vividos’ com um outro ser humano; dificultamos a realização desta maravilha da natureza, o orgasmo. Pobres de nós. Vivemos de explorarmos economicamente uns aos outros.

Mas, você, ‘classe média alta’, safou-se. Você deve possuir um banco, uma indústria, um ‘hospital’, um presídio, ou umas ‘boates’ às margens do Senna ou de Copacabana. Nestes casos, seus ‘favores’ e deveres devem ser sempre outros. Não concernem aos homens e mulheres que apenas vivem se trabalharem e que compram seus carros e casas graças ao seu salário, que nunca poderá ser dado como garantido.

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