Solidariedade à Grécia

Pessoas de 18 a 95 anos, entre ‘reformados’, empreendedores e assalariados em atividade, com ganhos médios entre de 2 a 5 salários mínimos, têm ocupado diversas ruas de Lisboa, a protestarem por motivos semelhantes ou convergentes. Não exprimem privilégios. Exibem demandas por melhores serviços públicos e por menos prevaricação contra a ‘coisa pública’. Muitos são como ‘juristas peritos em diagnósticos e soluções’, ‘bem informados’. Querem entretanto criar direitos. Por hora, expressam solidariedade à Grécia.

Vi-os há um par de dias, na pequena praça em frente à Comissão Européia, descontentes com a Angela Merkel e a exaltarem Yanis Varoufakis, no fim do dia, numa quinta-feira, 12 de fevereiro. Jovens partidários, que trabalhavam em ostos menos especializados da economia formal, conviviam com outros partidários esquerdistas ‘à paisana’ durante o ato, em meio a militantes de ocasião. Homens e mulheres em números equivalentes. Entre eles, talvez, também estivessem monarquistas… Contei seis diferentes frases de efeito lançadas do auto falante por uma jovem mulher. Não sei dizer se ela compõe algum partido político, porém parecia acreditar naquelas frases.  Maioria dos participantes permanecia parada por bastante tempo, a falar uns com os outros. Formavam-se pequenos grupos de conversa. 

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